Os olhares de posse que lhe lançavam
pouco significavam, para quem nada significava.
Para quem nasceu verde de água,
nenhuma outra cor fazia questão de se atrever.
Todas as bolas de espelhos reflectiam
o que ele queria ver.
Ele era o topo da montanha que todos gostavam
de admirar.
E um, ao mesmo tempo que o admirava,
fê-lo prever que ia mudar.
Ia no topo da montanha,
...e tropeçou!
fotos originais José Calheiros ; Alexandre Costa